
Sem dúvida, a grande força contagiosa de Maximiliano diante dos outros constituiu em que amou sincera e profundamente os homens, em geral, e a cada homem, em particular, como igualmente no fato que teve fé neles e entregou sua vida por um pai de família. Nunca desertou nem desesperou do irmão, do outro, do próximo, porque este é o lugar privilegiado onde Deus se manifesta, inclusive no homem, que aparentemente pode apresentar-se vil, o menos irmão, o menos confiável e o que tem mais motivos para ser rejeitado. Um dos maiores valores cristãos e humanos de Francisco, e porque não dizer também de Maximiliano, foi o de traduzir as virtudes teologais, como um discurso sobre Deus, mas em termos existenciais e humanos, quer dizer, vivê-los em sua dupla relação inseparável: diante de Deus e diante do homem. Por esta simpatia inata do franciscano para com tudo que é humano e pelo amor a todos os homens, amor que Francisco inculcou em seus irmãos e chegou também em Maximiliano, não combina com o temperamento e o estilo franciscano de ser demolidores, negativos e hostis sistemáticos. O passaporte do franciscano para andar livre por todo o mundo é sua simpatia, seu sentido vivido da fraternidade universal e sua própria pessoa como mensageira da paz e do bem.
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