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Além de seguir a humildade, este tema nos exorta a seguirmos de perto a pobreza de Jesus. Em se tratando da pobreza de Cristo, não é seu despojamento, nem sua privação e nem mesmo a cruz física que contam, mas, sim a doação radical de todo o seu ser ao Pai e aos filhos desse mesmo Pai, ou seja, seus irmãos.
Assentar nossa vida de seguidores de Cristo sobre o sólido fundamento da pobreza evangélica é exercício de purificação e libertação, principalmente de nossas faculdades mais radicais, quanto a tudo que possa desviá-las de seu significado verdadeiro e originário. Como Nossa Senhora, diremos tão somente: Fiat, Fiat isto é, faça-se, faça-se como o Senhor quiser e não como eu queira.
O voto religioso da pobreza não significa apenas uma sobriedade econômica referida à cuidadosa administração da casa e do cuidado com o uso dos bens fraternos. O voto de não ter nada de próprio, significa que toma a decisão livre e engajada, de não ter nada a não ser a tarefa de seguir e imitar Jesus Cristo.