
Esta frase de Francisco de Assis refere-se à um trecho da Regra não Bulada que diz respeito ao modo de trabalhar dos frades. Ela denota como deve se traduzir o modo de ser, o comportamento e a disposição dos irmãos diante dos trabalhos que lhes serão confiados. A postura dos irmãos deve ser sempre esta, de verdadeiros servidores uns dos outros, não mantendo posturas de poder e em busca de cargos grandes de autoridade, mas em tudo se espelhando num modo de ser menor e que serve com humildade.
São Francisco leva em conta sua experiência com um Deus Pobre e Crucificado, Jesus Cristo, que em sua vinda a nós, não deu outro exemplo que não fosse a doação humilde de si próprio. Quando encarnado na humanidade, buscou estar entre os menores, nascendo em uma família pobre e como criança, esteve dependente dos cuidados humanos. Em seu ministério público, ensinou os discípulos o dom do serviço, sendo o primeiro a lavar os pés dos seus, e em seu caminho para Jerusalém, entra como um Príncipe Pacífico, trazendo oferta de si mesmo, que mais tarde na Cruz, seria símbolo pleno e máximo de doação e de gratuidade por amor. E por fim, deixa aos discípulos e para toda a Igreja a si mesmo na Eucaristia, descendo novamente na forma do pão e do vinho.
Por isso, o discipulado franciscano caminha numa vida simples e de serviço na fraternidade e em todas as criaturas. Os frades buscam sempre espelhar em si mesmos, a figura de Jesus Cristo no mundo, e por isso, não deixam de praticar uma vida de trabalho, que expulsa o ócio e se liga mais intimamente numa vida devota e cada vez mais fraterna.
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São Francisco leva em conta sua experiência com um Deus Pobre e Crucificado, Jesus Cristo, que em sua vinda a nós, não deu outro exemplo que não fosse a doação humilde de si próprio. Quando encarnado na humanidade, buscou estar entre os menores, nascendo em uma família pobre e como criança, esteve dependente dos cuidados humanos. Em seu ministério público, ensinou os discípulos o dom do serviço, sendo o primeiro a lavar os pés dos seus, e em seu caminho para Jerusalém, entra como um Príncipe Pacífico, trazendo oferta de si mesmo, que mais tarde na Cruz, seria símbolo pleno e máximo de doação e de gratuidade por amor. E por fim, deixa aos discípulos e para toda a Igreja a si mesmo na Eucaristia, descendo novamente na forma do pão e do vinho.
Por isso, o discipulado franciscano caminha numa vida simples e de serviço na fraternidade e em todas as criaturas. Os frades buscam sempre espelhar em si mesmos, a figura de Jesus Cristo no mundo, e por isso, não deixam de praticar uma vida de trabalho, que expulsa o ócio e se liga mais intimamente numa vida devota e cada vez mais fraterna.
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